domingo, janeiro 07, 2007

Uma Noite “diferente”…




2 comentários:

Patrícia Cardoso disse...

Tive alguns instantes a pensar de que forma ia começar o texto que te estou a escrever, de facto, salta um pensamento que me faz lembrar que à uns tempos, até “tremias” de pensar que eu escrevia no blog, sim eu muito brincalhona, tu muito “sério”… pois tal como tantas outras vezes já disse, só nos “entregamos” a quem realmente merece, daí que nem todos conheçam a minha parte brincalhona e a tua parte séria, ou ao contrário.
Ao olhar para trás vejo um menino grande, num ringue branco, brilhante e escorregadio, apoiado na minha mão a tentar equilibrar-se, foi giro, foi realmente uma noite diferente.
Tantas palavras utilizei para te convencer a patinar pelo menos um dia e realmente valeu a pena… A minha mão pequenita agarrou a tua, tal como tantas vezes faço aos meus pequenos atletas quando começam a patinar, até aqui tudo parece igual, mas se pensar que a mão que se apoiava na minha era bem maior e de alguém que nunca na vida pensava calçar uns patins, as coisas mudam realmente de sentido…
Tal como já te disse, sem duvida alguma que vejo em ti uma pessoa feliz, alegre, realizada, nessa tua forma de ser calma e serena, contudo já te conheço minimamente para dizer isto, nunca te vi tão feliz, como naquela noite… um menino grande dentro do ringue, que ria sem parar e sem ser aquele menino adulto “sério” como sempre, gostei, valeu realmente a pena…
Foi sem dúvida uma noite bem passada, na companhia de todos os que nos acompanharam, sabe bem esquecer por momentos tudo o resto, tudo o que se passa a nossa volta e rir sem parar, sem pensar em mais nada senão no que se passa ali…
Beijinhos lindo…

Eu, sempre a mesma, aqui e noutro lugar qualquer…

Anónimo disse...

He he, Kyosanim Ruben gostava de te ter visto a patinar.
Ainda me lembro da minha experiência e unica em patins quando tinha 10 anitos.
Os pés fugiram-me nâo sei pra onde e bati com o rabo no chão com tanta força que a partir daí patinagem artistica só na tv. he he
O mais estranho é que passados todos estes anos quando me lembro desse episódio parece que sinto ainda a dor no coxix, he he.

Um abraço amigo.

João correia